Com frequência,
À noite,
Olhamo nos como estranhos,
De frontes depois encostadas sorrateiramente,....
A novidade não se nota,
Pois de resto
como a inteligência,
A pressão de fazer melhor
do que o instante anterior,
Tira a memória reprodutiva
ãs pessoas,...
E à medida que o tempo se
descalça,
Se despe,
Apercebemo nos
que mais ou menos,
Mais mão reconfortante,
Menos suspiro de conforto,
O ficar tudo na mesma,
Devotadamente se deita,
No espaço que nos
sobra na cama