Na sua memória,
Adivinho que haja flores,
E vamos voltar,...
Regressar de lá,
Como peregrinos,
Querendo ver onde esteve,
Se há luz nas ruas onde pisou,...
E a vergonha do desejo que escondeu,
No seu lugar um,
Talvez dois crisântemos,
Aguentam se viçosos,
Ao sol desta meia estação,....
E depois regressamos,
Os nossos corpos desmantelam se,
Como falsas virtudes