Mãe, dizem que hoje é o seu dia. Apesar de todos os dias serem o seu dia. Foi consigo que aprendi a respeitar, a sentir, a valorizar e a sonhar. A Mãe é o berço da humanidade. A Mãe é vida, é abraço, é conforto, é força... Mãe é Mãe.
Hoje, o meu abraço procura o vazio e encontra a sua voz no silêncio das minhas orações. A sua ausência é um peso que carrego. Carrego com dor, como quem carrega um luto nunca esquecido. A Mãe foi, e continua a ser, a minha margem, o meu porto de abrigo.
Mesmo que o tempo tenha levado o seu rasto, o seu sangue continua a ser o meu e, em cada batida do meu coração, relembro a minha infância. Afinal, não se morre quando se deixa um legado de amor nos olhos de um filho. A Mãe não partiu, simplesmente deixou um mar de saudade.