Queria eu poder escrever sobre o amor
Ter nas mãos a sutil habilidade de fazer
Cada palavra levar o momento de fervor
De um verso te guiar no palco do prazer
Queria eu que as linhas tortas que faço
Te mostrassem os ventos e tempestades
Girando teu corpo sobre os meus braços
Um vácuo no tempo chamado eternidade
Quem sabe...
Deus abençoe aqueles que conseguem...
Carlos Correa