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"Que eu seja cruel, mas nunca desnaturado. Meu único punhal será minha palavra.

(Hamlet)
Cena II, Ato III










Aparentemente justiça que deita sob cartas
Em culpa velada, seja a tráfego da ilusão
Assim, acreditada. Todas as peças e nadas
Em palco de um nome, só. Etéreo, consorte. não.

É a memória que não me farto de revisitar
A única fala que demorei horas pra entender
Na falha de todos os olhos, tão cheios de descer
A próxima vórtice que sombreia até retornar

E então, o vazio absoluto. Sem cortes. Deixado,
Apelo sem fim em contos frios e devorados.
Sem controle da obsessão em falha corrente.

E não há. Um mar de voltar. Ou estrada prepotente.
É a repetição de dizer o seu nome sem um fim
É. opção escolhida em dedos vestidos de mim












a retirar

 
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Azke
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