Refreado este tempo pô-lo-ei neste copo de areia vai descer até próprio começo e não poderá caber-se e por onde caminham as ucronias livres, de toda essa tirania, insulflar-se-ão...
Do que se pode sonhar postar chaves por se abrandar dentro da memória perfeita referindo-se em simples termos, todos eles, expiados acorrentados à sua própria culpa
lembrarão-se tomarão-se
E o que se ver, a frente? Ruas são sempre iguais? pra percorrer as paredes que cercam sigo a fenda dissimulada aparentemente avessa ao lugar, adjacente por se camuflar e que por dentro arde jorrando casta, a vaidade revolta o ar... a ira por consumar pra destruír o que ficar no caminho espalhar os ratos, do quintal derrubar o portão, engatar a primeira, reinventá-la de sereia, (ela, quem mais?) capturando o ar que restou, novamente estou, onde, diabos, comecei...