Vê essa fixação sob o ato e o mar
O lembrete da chuva ácida que tornar
Um alvorecer de linhas gastas, febris
Na obsessão amena, linha que desfiz
Vê a curva que desdobra o tempo vil
No controle de cartas que desconfio
A nuvem de passagem é a dúvida
No eterno conto de perder essa luta
E então eu precisei ver mais uma vez
Retrair a memória até virar insensatez
Até avistar muros ajustados, reféns
Mas eu sei. Da conversa que não tive
Eu tenho nas mãos, essa fé, tola e livre
E nas horas em que eu cair, amém!
a retirar