Vinho e petiscos.
Num bar ela tomava um copo de vinho
Eu, em outra mesa, estava aí parado
De repente veio e me vendo sozinho
Chamou-me para sentar ao seu lado
Conversamos, contando nossa historia
Seguimos assim de modo continuado
Essas conversas ficaram na memória
Mas, um dia, voltou à terra do fado
Tomei aquele vinho que me ofereceu
E foi aí que a nossa ilusão nasceu
Além do vinho ela me dizia, rangue
Eu renasci ao tomar aquele vinho
E vivi muito tempo com o seu carinho
Mas ao ir embora bebeu meu sangue.
jmd/Maringá, 29.05.26
verde