Há estradas que não nos levam a lugar nenhum. Levam-nos apenas para dentro de nós.
Percorremo-las em silêncio, acompanhados pelo peso das memórias, pelas palavras que nunca dissemos e pelas pessoas que já não caminham ao nosso lado.
O mundo insiste em perguntar onde queremos chegar, mas raramente pergunta aquilo que realmente importa, "quem nos tornámos durante a viagem".