Ela usa as palavras
Como rosas mergulhadas em espinhos,
Nunca se sentiu amada,
Sequer um sincero carinho.
Com um corpo objetificado
Por interesse ou curiosidade
Sabe o quanto ele é desejado
Sem o prisma da afetividade.
Uma tristeza no olhar
Que olhar dá vontade de chorar
Pudera eu um mundo lhe oferecer,
Mas posso sim lhe afirmar,
Olhar em seus olhos e dizer:
— Sorria! Existe poder infinito em você.
Mauro A Evaristo