A morte está em espreita, lívida, sim Na maioria das horas incessantes Na imensidão relapsa que desci, assim Por ensaios inviáveis na cortina errante
Na memória que não tarda em voltar Por sensação absurda, caída, passível Ei-la: discórdia! Com desvio a conflitar É a mesma derrota que venci em alívio
Já não servem essas paredes, mortas Já não exercem o medo que pedi e sei Era a lenha queimando sob meu fim
A estória contada mil vezes, de mim Em complacência violada que tentei Na mesma fração de uma linha torta