carta-referência em nua pele-livre pela manhã
verso solto por desprender à tua quase-nuca..
alta confidência pelas minhas lutas(todas vãs)
é a fé. que te cabe e sabe em letra-absoluta
mas, teus olhos afixados me incondicionam..
às re-memórias tardias da complexidade usual
mas, são neves em crimes que te flexionam
ou é o corpo? o todo caso/pecado de ti, habitual?
versa aos meus exercícios, o teu livro-víl..
por abrir-te à metade do que bem preferia
eu conduzo este erro por teu único ardil
à peça/dama sorrateira, qual vestal ursuparia
oh, que(tanto) te amo em noites e praças!!
oh, que te venero! em linha/lápides de palavras
minha ninfa, lima-Circe, minha linda calmaria..
a retirar