Poemas : 

Onde o rio se perde

 
 
Dia após dia vou guardando memórias
Ecos poéticos com diferentes enredos
Nostalgias naufrágios algumas vitórias
Para muitas luas confessei meus medos

Alguns espinhos podem causar muita dor
Parecem pequenos não sabem seu poder
Se disfarçam de palavras de certo amargor
Um clamor contido até brilhe o amanhecer

Noite após noite crio versos nas cachoeiras
Seguem pela correnteza pelos descaminhos
Talvez o destino os leve pelas mil cordilheiras
Por onde nascem sonhos ainda sem espinhos

Deus abençoe as grandes quedas d’água
Carlos Correa

 
Autor
Correa
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