| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 22/09/2026 07:30 Atualizado: 22/09/2026 07:32 |
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Colaborador
Usuário desde: 06/11/2007
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Estás inspiradíssima.
Não sei se página, não sei se folha... Sendo uma metade da outra, não a vejo a cair duma árvore... A segunda estrofe é autossuficiente. Um poema, um poemeto, uma quadra, fortíssimo. A primeira tem as características que mais te definem. Impossível não gostar ou atribuir grande mérito. Mas... Borraste a pintura toda (além de deixares um espaço enorme entre estrofes, que carece de explicação e torna o mistério mais denso) com o toque de génio, na minha opinião, em que se sintetiza com grandeza e simplicidade. Tive de favoritar e gostar e essas coisas todas... Obrigado pela leitura Abraço |
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| Enviado por | Tópico |
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| Alpha | Publicado: 23/09/2026 17:30 Atualizado: 23/09/2026 17:30 |
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Membro de honra
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Olá, Idália
Há neste poema um sopro delicado que nasce do silêncio e se revela um gesto breve quase inacabado que abre no olhar uma janela! E fica no silêncio a voz leve da presença que o olhar recolhe! |
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