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eis que jaz a pena ao timbre branco,
pois morta está, às letras pálidas´
o olhar que prescuta o passado flanco.
releitura demente de sádicas frases


eis que minh'alma dormente cansa,
a voz que cala o desasossego,
o grito ecoa o que a dor canta,
amor doentio no apego a vagas crases.

num intervalo incauto;falo,
a frase que não leio;revivo.
pois que da pena o sangue separo,
sangra o corpo em tudo que digo.

eis queo lamentoingrato perdoa,
dor que perdura ,cruel abismo.
pois não me perdôo,nesta voz que soa
lamúrias que causovida que cismo,em fugir.

eis que perdido,às letras mortas,
torna ,minha alma ao sangue verte.
tudo que em tua face comportas,
que este clarão o peito acerte,vil luzir.

num intervalo falo;incauto.
pois a frase que vivo , maltrato.
sei que na pena o sangue carrego,
tua vida,semblante,hoje renego.







POUCO SEI DA ARTE DA ESCRITA POREM DO NADA QUE LEIO DO MUITO QUE VEJO E DAQUILO QUE NAO ENTENDO SOMENTE APRECIO A UNICA CERTEZA AMO POESIA

 
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daywyston
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