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LeandroYossef, velhopescador, martisns, MarySSantos,
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O vento, o vento soprava. Mas que forte ventania... Batia a porta, batia e eu a porta agarrava... Toda eu estremecia... O vento, o vento soprava quer de noite quer de dia... e se a porta se abria era o luar que entrava todo o meu corpo tremia... O vento, o vento soprava e as flores do terraço, abanavam, num abraço... No chão o vento dançava e eu apressava o passo Na memória me ficou aquela porta batendo dia a dia a toda a hora... O corpo me estremecendo foi vendaval que passou e não me levou embora... Maria Helena Amaro Inédito, outubro, 2004
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