Poemas, frases e mensagens de Marcos Ch. Lima

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Marcos Ch. Lima

Um observador.

I Think

 
"O pensamento humano é o puro desequilibrio para um mundo em constante rotação".

"A derrota é momentânea".

"O amor pode ser o pior veneno para a realidade, más também pode ser a cura para um cego no meio de tanta desonestidade".

"Eu não quero um final feliz, porque a felicidade não pode ter fim".

"O silêncio me priva de algumas coisas, porém me faz entender muito mais".

"Qualidade gera quantidade, quantidade muitas vezes gera cáos".

"O lado bom da vida é aquele que voa com o vento".

"A guerra desperta as paixões mais vís do homem, proporciona desculpas e oportunidade para satisfazelas".

"Cumpra descontraidamente todas as suas obrigações. Não deixe nada para depois. Confira ordem e diciplina à sua vida, trabalho e pensamento. A vida é boa, problemas e obstáculos sãos árte integrante da nossa existência, e a vida é a arte de vence-las".
 
I Think

Ilusão de Vida, Amor.

 
Não quero o amor declarado cura da dor, não quero apenas o olhar que te ver e não te tem; não quero o sonho que causa suor e passa a transmitir frio.
Não insisto nos passos que me levam e apenas me largam em qualquer lugar sem destino. O que será de minha alma medrosa e humana.
Não quero o toque macio da boca somente por uma noite e depois de outras bocas sentir o gosto diferente.
Não quero a guerra de minha causa e nem as notas afinadas de minha sinfonia de surdos.
Não quero tua pele fria encima do meu peito e fazer-te ouvir nada batendo ou vibrando.

Eu quero o amor simples e sem intenção infinita, quero a visão que te devora de todas as formas, quero o sonho que faz sentir outra vida dentro de mim.
Quero os passos incertos nos lugares indescobertos de qualquer ser.
Quero o ar da boca que me faça respisrar por todo entusiasmo.
Quero a paz que não existe nos livros e nem nas fitas Ksete de antigamente.
Quero explodir forte nos teus braços e transmitir ilusão de vida eterna, amor...
 
Ilusão de Vida, Amor.

Termine...

 
Caminho em direção ao teu corpo, ardendo em chamas...
 
Termine...

Entre o céu e a água

 
Como vem tão branca, tão cinza; tocada da escuridão do universso.
Adentra minha retina, sobre o mar, acordado às 00:07 da manhã.
Como uma louca sem regras, preconceitos, barreiras; apenas aparece e, entorpece como a dona do meu mundo nesta noite.
Como não se render? Como não viver mil anos em poucos segundos?
Acariciado estou pela febre do desejo, nestas tantas horas sendo amado pela insonia.
Como é bom tua vinda, como faz bem aos olhos da coragem do meu eu.
E aqui fico, prostado, impinotizado; ao frio desta manhã de inverno, nada mais valeu apena do que ficar contemplando a lua sobre esse imenso mar.
 
Entre o céu e a água

AMOR SOZINHO

 
Se meu amor é tão só de amor.
Tão triste vive o coração e a mente. Os olhos iludem por serem donos da única visão.
Das mãos, espero o toque malicioso e traiçoeiro. Onde o suor molha o desejo e nada mais.
o coração é só de amor; se triste vive. Sobreviverá sacaneado pela visão mental, fertil, precosse.
Mantem-se bêbado pela ausência da aurora de tua respiração.
O medo escravisa o coração, tornando as mãos trêmulas, os passos infalsos e o beijo amargo.
Enfrento a mim'esmo para depois batalhar na guerra de teus braços. Antes de vencer a mim'esmo, sou apenas amor só de amor.

Lobo François
 
AMOR SOZINHO

Abstrato

 
Não vejo mais que abstrato na parede da face alhêia. Uma figura desconfiada e tôsca, com ar de coisa alguma.
A entrega imediata dos astros para com o universo, cheio de mistério e magia. A obra do expoente norte das direções nunca antes decifradas.
A derrota é momentânea, um novo passo infalso, certeiro, tem de ser iniciado.
Então, se perco sentidos em não encontrar respostas, algo novo devemos ao menos inventar. Na criação do olhar se faz o mundo, mais é no toque que se se sente o sabor. Sendo dessa forma, o que vejo sempre será abstrato alhêio. Pois se não toco ou mastigo, serás sempre incompreensivo ao meu sentido.
Agrada o olhar, a arte mais linda, mais com o toque pode-se descobri que mais real é o quadro áspero... mais belo e verdadeiro.
 
Abstrato

Queime antes de dormir...

 
Me digére como uma louca no cío. Muda meus olhos e me deixa na mais louca calmaria. Minhas mãos parecem ter seu própio sono e estão engraçadas bem agora. Nunca havia visto a chuva tão linda na janela de minha casa. O ceiro que exala não pode ser comparado a coisa alguma e me pego ouvindo qualquer jazz como nunca tinha ouvido antes. Meu corpo todo amolesce como se minha cama fosse minha única vadía. Neste momento, sozinho, e, desde aqui vejo o mar, tenho vontade de sair e nadar até o outro lado de qualquer outro lugar.
Meu rosto tão aspéro como foi toda vida, agora parece macio como a pele dessas frutas que já não posso comprar. Este instante estão tão bom que dele pareço não querer acordar...

Ch.
 
Queime antes de dormir...

Sílvia senhorita safada.

 
Silvia, solteira, sarada, saliente, sempre sorridente.
Saía sozinha, saciando seu sentido, superticiosa, sentia sinais sublimes, sons, sabores secretos.
Seguía sonhando, sóbria sobre seus saltos. Sinuosa, sabía selecionar suas sensações, servos, senhores, subornando santos, sargentos.
Silenciosa suportou saudade, sentimento sem sombra.
Senhorita sagáz, sapeca, senso sensível, suas surpresas sujere sensualidade.
Suspiro sentindo saudade, sedutora serpente, saborosa, Sílvia sumiu, sangrando sufoco-me, satisfeito, simplesmente Sílvia supriu safadas senssações, sexo sentimental.

Sobrevivo suspirando saudades.
 
Sílvia senhorita safada.

Enóya

 
Me rendo ao teu olhar astuto e carnal. Que me engole num gole só, na noite profana de tua tristeza.
Sinto o aroma do te abraço cego e incontrolável. Tão distante de uma época de outro ser alhêio, que pareço te compreender por alguns segundos ao vento.
Tanto me perco da razão quem nem ao menos sei quantos te amam e quantos outros querem te amar. Apenas sei qual a tí é verdadeiro, dentro de mim o mais forte que poderei mostra-lhe.
Tú, que louca vive no cío da vida, me tenta ao perfeito pecado do amor. De tão devasso sigo tua sombra, na dança que entôa o rito, no corpo que extrema tal distreza.

(...)
 
Enóya

Que me olhem com outros Olhos azuís

 
Não acredito no olhar angelical e nem busco encontrar o segredo da verdade dentro do teu coração. Não serei capaz de satisfazer a necessidade de um mundo solitário. Por isso lhe convido apenas para bailar na orla do mar.
Minhas palavras; sei que não êi de ter tempo para decifra-las ao ponto de dizer te amo.
Nossos sentidos são impermanentes e nossos sonhos sempre se renovam a cada passo que darmos.
Seremos livres quando por alguns segundos, ficarmos presos dentro de nossos própios corpos...
Que me olhe com outros olhos azuís de dentro da alma que transparece a verdade que procuro.
Até esta hora, serei apenas o que te quer e não o que te ama...
 
Que me olhem com outros Olhos azuís

como te amo;;?

 
Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras.
Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo e ao mais alto que a minha alma pode alcançar, buscando para além do visível dos limites do ser e da Graça ideal.
Amo-te até às mais íntimas necessidades de todos os dias à luz do sol e à luz das velas.
Amo-te com liberdade, enquanto os homens lutam pela Justiça; amo-te com pureza, enquanto se afastam da lisonja.
Amo-te com a paixão das minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido - quando perdi os meus santos - amo-te com o fôlego, com os sorrisos, com as lágrimas de toda a minha vida! E se viveres essa noite a me lembrar, te amarei por todo sempre;.até que nada mais seja infinito...

Lobo François
 
como te amo;;?

CORJA DE POETAS

 
Todo poeta é façante, todo poeta é um simulador, de palavras ilusórias, de emoções estudadas.
Poetas são ditadores, são coitadinhos malvados, são virus sem cura; mortais afiados; assassinos calados; observadores.
Poetas entorpecentes, entorpecidos, drogados, lúcidos mercenários.
Poestas feitos do pó, do veneno. Todo poeta é um sinal vermelho de proibido, de cuidado, cautéla, de sangue machucado, derramado.
Todo poeta é uma grande armação, uma trama, um chôro, um velório, um abandono...
os poetas amaciam, comem, sujam e cospem fora. Os poetas são atêus, são loucos, sãos libetinos, sãos amores destrutiveis.

Porém, Eu!
Nunca soube no que me trasnformei.
 
CORJA DE POETAS

ILUSÃO DE VIDA...AMOR

 
Não quero o amor declarado cura da dor, não quero apenas o olhar que te ver e não te tem; não quero o sonho que causa suor e passa a transmitir frio.
Não insisto nos passos que me levam e apenas me largam em qualquer lugar sem destino. O que será de minha alma medrosa e humana.
Não quero o toque macio da boca somente por uma noite e depois de outras bocas sentir o gosto diferente.
Não quero a guerra de minha causa e nem as notas afinadas de minha sinfonia de surdos.
Não quero tua pele fria encima do meu peito e fazer-te ouvir nada batendo ou vibrando.

Eu quero o amor simples e sem intenção infinita, quero a visão que te devora de todas as formas, quero o sonho que faz sentir outra vida dentro de mim.
Quero os passos incertos nos lugares indescobertos de qualquer ser.
Quero o ar da boca que me faça respisrar por todo entusiasmo.
Quero a paz que não existe nos livros e nem nas fitas Ksete de antigamente.
Quero explodir forte nos teus braços e transmitir ilusão de vida eterna, amor...

À Rafaella;;;;
 
ILUSÃO DE VIDA...AMOR

Cobrida de cores...

 
Meu ser se dilata dentro de uma alma viva e misteriosa, cobrida de cores e sons.
Minha morte ama a vida e nela vive apaixonada.
È o erro que mais faz de mim o aprendiz da vida ou da hora.
O grande sonho do sono e o pé da beira da estrada.

Um acorde que me toca, não sabe de partituras e nem de regras sinfonicas.
O simples me acalenta e nele vivo cheio de coisas complicadas.
O riso que devora e o olhar que me desvia.
Nada, nada; verdades que nunca foram contadas.
 
Cobrida de cores...

Desejo

 
Queria o simples olhar que pudesse transmitir todo o amor que nunca pude encontrar em tantas faces.

Ainda bem que não sabemos voar. Pois correria todo o mundo, para algum dia poder esconder meu amor na alma de um olhar verdadeiro.
 
Desejo

FACES

 
faces que revelam o amor, que revela carinho e ternura. faces que ouçham o alheio, esquisito, quase morto de tanto viver. faces que tocam os dedos mais ásperos e surjos, faces de outros, aquelas faces.
faces do beijo, faces do ódio, faces da ternura, faces do coração.

minha face, apenas a espreita de tudo isso. face outrora face alguma à não ser tua face eterna.
 
FACES

Entrelaços

 
"Dentro de um homem se esconde uma lágrima. Dentro desse homem se esconde um segredo. Dentro desse segredo revela-se um amor. Com esse amor se vive uma paz e guerra. Nessa paz e guerra se entrelaça uma mulher. Com essa mulher viaja uma saudade. Nesta saudade se encontrará a lagrima deste homem".
 
Entrelaços

Confissão

 
Não consigo escrever a duas semanas....
Nada que agrade sai de minha mente. Uma sensação de fraqueza me toma por completo. Saio pra ver o sol, pra ver a lua, pra ver a mim mesmo. Mais nada sai de mim...
Atordoado, tento falar de amor, atordoado lembro que não estou a amar ninguém. Improviso novas palavras, novas frases já lidas em livros antigos. Mesmo assim, nada consegue desatar de mim.
Estou no caos de meus dias mais organizados. Onde a vida se renova com o ano que chega, mais fica com na mesma sensação do ano que passou.

O que faço? Alguém me ajude. Faz duas semanas que não consigo escrever nada...
Tento loucamente encontrar qualquer motivo. Qualquer raiva, alegria, pensamento indiscreto, maliciosos, porém, nada consegue desatar de mim.
Será que estou a morrer? Será que estou a querer morrer?
Meus dedos não sabem como agir diante das teclas do novo computador, presente natalício. Parecem analfabetos, parecem não querer trabalhar, parecem vagabundos, parece não ser meus.

Não escrevo a duas semanas para aquele amor, o que será da esperança daquelas meninas?
Sinto muito, mais não consigo escrever a duas semanas... Confesso!
 
Confissão

O homem e a bomba Amadora

 
...Dentro do peito uma bomba amadora.
Regressiva ao ponto de explodir. Alimentada pelo sangue novo do homem velho.
O homem que ama e não forje do tempo.
Envelhecendo e pulando fraco para uma bomba bem mais forte.
O que será do peito?
O que será do homem?
O que será a bomba?
Amadora destrutiva...

By: Lobo françois
 
O homem e a bomba Amadora

Elvíra ouvíra sussuros, Ou Viram Elvíra sussurar...

 
Ouvira um ruído no mato, ruidos de Elvira tentando pular a cerca. No passo rastejante de sua respiração, anda e chega a porta de algum desconhecido. Neste momento, um pouco de indecisão, um pouco de prazer.
Mas quem ouvíra antes os ruidos de Elvira? Ela pára e fica ao lado, logo abaixo encostada nos degraus da escada.Pensa em rodear a casa.Pensa tantas coisas que não asimila se pensa ou se sente.
Elvíra vinda de uma familia trajada de bons costumes e modos delicados. Se sentia fora do êixo de todo aquele luxo, e agora procurava prazer ou conhecimento.
Elvíra sai de sua casa e atravessa a travessa com passos moldados para que não seje percebido todo seu fulgor, toda sua vontade de fugir por alguns estantes.
Do outro lado da travessa Angiolics existe a casa do conde de Mariot; um conde jovem e com fama entre os póvos vizinhos por ser aventureiro e sagáz. Desse todo tempo de vivência naquele povoado, Elvira tinha a grande vontade de conhece-lo, desde seus desesseis anos de idade. Agora Elvira em seus plenos dezoitos anos daquela época.(...) Se sentia encorajada ou ao menos incontrolada por essa vontade de sair daquele berço de tradições e seguir em um caminho diferente.
Na casa do conde de Mariot havia uma grande aglomeração de mordomos, mucamas e outros criados, além de seus cães que vijiavam toda casa, por todo os lados. Elvíra os daria carne para poder chegar próximo.
Então naquele passo de Elvira que passava pelo jardim dos fundos, se tornava impossivel de não se ouvir algo; porem Elvira com toda sapiência e imaginação daquela casa, tomou cuidado para não alarmar toda aquela gente. Conseguindo assim chegar até a porta de saida dos dependentes do Conde.
Agora na dúvida de como entrar e do que ira vê-lo ao adentrar na quela casa, Elvira pensou em subir pela janela e adentrar ao quarto principal do Conde, mesmo nao sabendo qual seria; mais tomava por imaginar por conta da forte luz acesa que refletia de outros susuros.
Elvira agora se sentia cheia de prazer, adrenalina, e a vontade somente crescia nos póros e no coração pulsante.
Em tempo passados não se era permitido por familias distintas e nobres, o conhecimento dos filhos para com o prazer, a folía como era chamado antigamente.
Elvira era uma nobre donzela cheia de vontade porem mais completa ainda de pureza, pois ainda não havia tido qualquer contato com algum nobre dessa época.(a não ser aquela vez que viu alguns vizinhos se encontrarem por detraz das coucheiras).
E ficava pensando nas cenas que tinha visto dias antes de tal aventura.
O que poderia ver dentro daquele quarto? Quem poderia está fazendo todo aqueles susuros que eram mais altos que seu passos na relva ao pé descalso?
 
Elvíra  ouvíra sussuros, Ou Viram Elvíra sussurar...

Marcos Lima