Poemas, frases e mensagens de Tosco_Bardo

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Tosco_Bardo

POETAS MEDÍOCRES?

 
Só ele sabe escrever poemas,
ele é que sabe o que á poesia.
Não importa o que você escreva
não está bom, é uma porcaria,
apenas em si vê a exuberância,
dos versos próprios produzidos:
- o resto é o resto, só mercadoria,
não tem a menor importância,
coisa menor, de periferia.
E não é só uma ironia,
todos os outros são medíocres,
ou é apenas megalomania?

Acha que nosso lugar não é aqui,
tudo deve caminhar a seu favor,
é o único que acha merecer,
toda a gloria e louvor,
sem se preocupar com os demais,
tudo nele é dele e melhor.
Come mortadela arrota caviar,
é essa necessidade de se afirmar,
revela sua mesquinharia,
sua repugnância pela nossa poesia!
Todos os outros são medíocres
ou é apenas megalomania?

Usamos termos sem consonância,
é ruim a nossa ortografia,
horrível a nossa concordância.
Se pudesse ver os rascunhos
causaria-lhe repugnância:
- Implicaria com a caligrafia.
Diz que faz tudo pela melhoria
do vernáculo e da poesia
Todos os outros são medíocres
ou é apenas megalomania?

De versos melhores sabe uma lista,
mas é metido, egoísta e narcisista,
cultua a própria personalidade,
também tem a cruel necessidade,
de destruir o que está em volta.
Acha que somos poetas de confeitaria
que querem frequentar a galeria,
assim aqui libera toda neurastenia.
Todos os outros são medíocres
ou é apenas megalomania?
 
POETAS MEDÍOCRES?

personalidade antissocial - Posso ser um portador ?

 
Posso ser um portador de transtorno de personalidade Antissocial?

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Responda as perguntas atribuindo os pontos correspondentes:


Sempre- 5 pontos
Com certa frequência – 4 pontos
Às vezes – 3 pontos
Raramente – 2 pontos
Nunca – 1 ponto

1. Não pule as perguntas. Responda na ordem. Algumas podem ser duplicadas ou antagônicas para melhor avaliação das respostas

2. Claro que não é possível fazer um diagnóstico apenas observando informalmente, toda pessoa com algum transtorno psicológico só terá o diagnóstico depois de devidamente atendida por um psicólogo ou psiquiatra.

3. se você for psiquiatra ou psicólogo, não precisa responder. Você já deve saber sobre o seu perfil psicológico/psiquiátrico

RESPONDA COM SINCERIDADE

1) apresento uma aparência muito inofensiva, mas sou antes de tudo um agressor que pode ferir com palavra. Faço muitos perfis fake para adequar as minhas várias personalidades. chegando às vezes a achar que o fake é real

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

2) Sou inteligente. As verberações costumam ser sutis. Uso palavras pouco comuns e formas para que dificulte a compreensão só para os outros acharem que são inferiores.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

3) gosto do choque de ideais. As minhas sempre são de aço e as outras de papel.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

4) tento fazer com que as demais pessoas agredidas vivem tensas e assustadas devido às minhas táticas de terror psicológico.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

5) ser meu amigo não te dá vantagem nenhuma. Mas ser meu inimigo é potencialmente expor-se ao veneno que exalo.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

6) a primeira impressão para mim sempre vale. se eu for com a sua cara pode me xingar a vontade que não ligo. Se não for com a sua cara, pode me elogiar que acho que é puxa saco.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

7) gosto dessas discussões. o meu numero de leitores aumenta muito e posso tornar-me mais conhecido. Não adiante escrever bem se ninguém le. Depois que ficar conhecido essas agressões serão interpretadas como “ esquisitices”

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

8) quando vou responder alguma coisa, deixo tudo o mais de lado, prejudicando minha vida familiar e meu trabalho, concentro-me apenas na resposta, pois quero que seja a mais contundente e demonstre que sou melhor que todo mundo.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

9) apesar de ser ferino, não sou máquina. às vezes respondo rápido, às vezes leva tempo para uma resposta.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

10) não tenho vergonha de usar o Google, caso necessário. Perco muito tempo pesquisando palavras difíceis e assuntos aleatórios, meta-poemas, transcendentais, com ideias difusas e desconexas, dificultando a compreensão do que escrevo. Se você disser que não entendeu eu digo para ler outra vez ou pergunto se quer que eu desenhe.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

11) adoro usar citações. elas me dão um ar de erudição que não tenho. Mas quem lê acha que eu sei tudo aquilo que estou escrevendo. E como a conversa é virtual, posso fugir do assunto quando achar que vou perder a parada.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

12) quero levar todo mundo na conversa. Tenho aspecto de santo, chego dizendo palavras bonitas, até tristes que encantam, mas depois de um tempo atropelo.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

13) quando entro em algum relacionamento em grupo procuro identificar quem são os mais influentes ou líderes para contrariá-los, automaticamente me posicionando a favor dos que julgo perseguidos, atraindo atenção.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

14) se vou a um restaurante chique faço amizade com o garçom e ignoro o maitre. nos saites que frequento, sempre procuro agredir os que acho que são mais influentes e ajudar os mais fracos para domina-los e manipulá-los.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

15) costumo ser aquele que chega bonzinho dizendo que sou da paz e amor, que gosto de todo mundo, que não gosto de discussões que não levam a nada, mas depois que tiver sua confiança começo a dar muitas mancadas; torno-me agressivo, digo desaforos, levando você a concluir que fez alguma coisa para mim, pensando: “ele não era assim”.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

16) tenho reações fortes em dados momentos da vida, passo por períodos de instabilidade emocional, mas esta instabilidade nunca foi trabalhada em psicoterapia por que acho que não preciso disso. Tão pouco tomo antidepressivos ou anti psicóticos pelo que dizem haveria muita chance de melhorar em muito meu comportamentos e sentimentos, por que também acho que não preciso de remédios. Os outros é que são diferentes..

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

17) posso apresentar um comportamento deturpado - pois simplesmente me considero os melhores em tudo, sou dono da razão e da verdade.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

18) consigo ser envolvente e enganar a todos. Digo coisas que é até gostoso de ouvir. Quando a coisa fica séria e vejo que estou perdendo o controle da situação, digo que vou ser diferente, que vou mudar, que estou me esforçando, nunca mais vou voltar a fazer determinada coisa, mas na prática não acontece nada.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

19) sou ciumento e possessivo, tanto com pessoas como com a minha escrita. Sou vaidoso e não percebo a qualidade dos meus textos por que nem eu os leio depois que escrevi.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

20) Faço-me de vítima até você fica com dó. Mas vamos e venhamos, se sou simpático, charmoso e manipulador, não entendo por que preciso fazer isso.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

21) tenho dois extremos ( lógico. os extremos só podem ser dois ) se bobear você acaba pagando o almoço para mim ou eu pago todas as suas contas.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

22) sou bem sucedido por que porque sei como levar todo mundo no bico.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

23) não admito que errei. A culpa é sempre do outro. E faço as pessoas se sentirem culpadas. Levo você a admitir ter feito muita coisa que você não fez. Convenço que foi você que me provocou, que foi você que errou, que você só dá mancada.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

24) cometo os mesmos erros/deslizes que critico. Quando percebo que estou fazendo alguma coisa exatamente como a que critiquei, justifico-me dizendo que eu posso por que sou melhor que os outros.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

25) começa a soltar boatos, falar de uns para outras pessoas, pois tenho a certeza que “fulano é hipócrita” , que está roubando textos, que só escreve coisas de m***, mas digo que sou o bonzinho, quero só bem de todos e do saite e tudo que faço é para melhorar.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

26) Se você falar algo íntimo seu, se cuide! Porque posso usar a sua informação, aquela que você contou em confidência, uso contra você mesmo, pra manipular ou tentar destruir.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

27) Posso dizer coisas absolutamente cortantes, e continuar me achando cheio de razão.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

28) sou incoerente nas informações que forneço sobre mim mesmo. Sempre conto historias e fatos que não bate muito com as outras. Só falo coisas muito superficiais, informações fracas que não ajudam conhecer-me.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

29) sou do tipo “pavio curto”, estouro, grito, sou impulsivo, nunca penso antes de agir. E depois digo que foi você que provocou, digo que é só não ser provocado que não estouro, ou seja , a culpa é dos outros.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

30) tento ser engraçado. se você não ri acho que não entendeu o chiste.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

31) nunca sei a hora de colocar uma piada. Num velório, geralmente acabo me entusiasmando e conto piadas até de/para o morto;

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

32) se eu elogio seu poema, gostaria de receber uma resposta. Não gosto de ser ignorado. Quando digo alguma abobrinha, tento virar o jogo, dizendo que os outros são impertinentes perguntando coisas chatas.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

33) Digo coisas muito fantásticas sobre mim, normalmente digo que tenho um currículo excepcional, falo idiomas, sou formado pela melhor faculdade, mas você nunca viu um amigo dessa faculdade, nunca viu o diploma. Se os outros tem algum conhecimento na área que eu digo que me formei, mudo de ramo ou digo que não exerço a profissão pois não preciso trabalhar para viver.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

34) sei que existem pessoas que escrevem melhor que eu. Espero que elas também espinafrem todos os textos de que não gosto ou que acho que são ruins, senão vou achar que é perseguição.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

35) não leio muitos poemas de pessoas que acho que são melhores por que acho que nenhum deles leem meus textos e se leem não ligam.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

36) se eu achar que sou melhor que você, vou ignora-lo pois vou achar que está querendo me usar como trampolim. Brigar com uma pessoa maior/melhor sempre chama a atenção. E ninguém chuta cachorro morto

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

37) tento fazer das pessoas joguete. Convencer que o mundo é injusto comigo, que ninguém consegue compreender-me, todo mundo me persegue, todo mundo tem inveja.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

38) não perco tempo tentando entender textos ou poemas muitos longos ou que usam palavras pouco usuais para a maioria. Faço um leitura dinâmica amealhando umas frases aqui e outra acolá. geralmente não entendo muito bem o que leio e respondo antes de ter certeza.

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

39) quero que você sempre pense que a culpa é sua, você mereceu a minha reação ou agressão

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

40. Quero que façam tudo o que eu mando e digo; Faço-me de charmoso e carente, elogia tanto, para os outros se sentirem valorizados apenas para ganhar a confiança..

( ) sempre ( ) com certa frequência ( )às vezes ( ) raramente ( ) nunca

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RESULTADOS

161 - 200 pontos – você é uma pessoa sincera. Mas deve ter algum transtorno afetivo ou de comportamento. Um psicólogo lhe orientará quanto a reconhecer suas reais necessidades e capacidades para que você consiga se entender e até sair desse perfil anti social. Se não resolver com o psicólogo, procure um psiquiatra.

121 - 160 pontos – você é border line, ou seja, está na linha fronteiriça entre o comportamento normal e o anti social. Mas ainda vai chegar lá.

81 - 120 pontos – você é normal. os outros é que implicam com você, mas se viu o resultado de outro, pior que o seu, nem pense em ligar pra um medico e marcar consulta pra essa pessoa. Ele vai achar que você o está perseguindo também .

41 - 80 pontos – você é uma pessoa equilibrada e comedida. Deveria refletir sobre o que está fazendo na companhia de tantos que não são assim tão equilibrados e comedidos.

00 - 40 pontos - parabéns. Você é extremamente equilibrado. Deveria haver mais pessoas como você. Infelizmente, acho que deve ser o único. Ou não foi sincero nas suas respostas.
 
personalidade antissocial - Posso ser um portador ?

ERREI E ASSUMO O ERRO

 
A QUEM POSSA INTERESSAR

( leia por favor mesmo que não esteja interessado )

Caríssimos e preclaros pares
Gentis damas e garbosas senhoritas
Atenciosos e conspícuos leitores

Data vênia, antes do parto do poema bardo, mais uma necessária explicação se faz mister, em virtude de um erro cometido por este modesto bardo que vos escreve. Mas quero crer que foi antes um pequeno erro de um grande vate, pois meu inflado ego não suportaria saber que foi um grande erro de um poetaço chinfrim.

RETIFICAÇÃO – em virtude de erro que se verificou na postagem anterior

Aos vinte dias do mês de março do ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de dois mil e treze, nesta praça e Comarca de Algures, onde se achava presente o subescritor(sic) Tosco Bardo, na minha presença, eu que ora também redijo e digito o presente texto, e das testemunhas que abaixo deixam as suas marcas, e de quantas outras mais deste souberem, tomarem conhecimento ou mesmo ouviram falar, ai, compareceu o indigitado cidadão digital cognominado Tosco Bardo, o qual, sem delongas disse-me que mandou para o Luso Poemas , no dia vinte do mês de março do ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de dois mil e treze, que é o dia de hoje, ainda agorinha, uma mensagem dirigida a todos os poetas e poetizas, incluindo os poetaços e nessa cuja referida dita mensagem disse o declarante aqui presente e meu conhecido de mais de vinte anos desde que era criancinha, que escreveu naquela mesma mensagem que iria dar a luz a um poema exotérico transcendental e gótico intitulado “ quando a sinuosidade da lamina retalha a tralha reta” , mas depois de ler e muito pensar e ponderar sobre o seu procedimento achou por bem admitir que por um lapso houve erro material de grafia formal bem como erro de interpretação ideológica dos já aludidos dizeres e roga a todos e a mim que faça cm que todos saibam que onde se leu o que está escrito acima por mim destacado e sublinhado leia-se: “quando a sinuosidade da lamina reta retalha a tralha”, por que, para o bem da verdade e para que prevaleça o que se queria dizer e não o que escreveu errado a sinuosidade era da lâmina e não da tralha, tudo isso para que todos por quantos tantos meios desta presente retificação souberem não sejam induzidos a erro. E tendo a mim declarado o declarante Tosco Bardo que estava este escrito conforme sendo a mais pura expressão da verdade, encerro aqui este presente termo de retificação que depois que li em alto e bom som, para que ouvissem as testemunhas aqui presentes, vai assinado para que produza todos os seus efeitos que se esperam bem como para que seja retificado o titulo do poema ainda não escrito nas mentes dos leitores, se os há. Nada mais havendo a tratar, dei por encerrado este escrito que de custas e emolumentos deve recolher o declarante ao Erário, a parte que deve em estampinhas federais. Nada mais foi declarado pelo declarante, que inclusive já foi embora sem pagar as estampinhas e nada mais se continha. Dada e passada neste local aos vinte e um dias do mês de do ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de dois mil e treze, dou fé, fé demais e nunca fé de menos que é copia fiel do contido no livro de numero 48, às folhas 237, escrito numa letrinha desgraçada de se entender, que nem parece livro de notário e sim um caderno de penduras do açougueiro. Seguem as assinaturas deste notário digital, as marcas das testemunhas e a assinatura do declarante. E por ser a mais pura das verdades é que transcrevo o presente, dando toda fé que necessita para prosperar netas e em outras terras de interesse. Eu, , notário das freguesias.
 
ERREI E ASSUMO O ERRO

jamais

 
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jamais
--------------------------------------------------------------

jamais pensei
que um dia
fosse
separar-se.

juntos
éramos
felizes.

agora
separados
vivendo
outra vida
cada um
no seu lado
só lamento
que tenha ido
tão tarde!
 
jamais

se

 
--------------------------------------------------------------
se
--------------------------------------------------------------

se
alguém
começar
a
terceira
guerra mundial
e
as bombas
começarem
a vir
de todas
as partes
e a cair
em todas
as partes

eu não sei
o que farei.

e vocês?
 
se

os falsos

 
==================================================
os falsos ==================================================

há dinheiro falso
bebidas falsas
marcas falsas
cheques falsos

cd e DVD piratas
povoam minhas estantes
uma katana falsa
enfeita meu tager

compro tênis
falsos
no camelô
são bem mais baratos

pessoas falsas
conheço muitas
sei que se vendem
não as compro
por preço nenhum.
 
os falsos

CONFORME HAVIA PROMETIDO ANTERIORMENTE

 
quando a sinuosidade da lamina reta retalha a tralha

......................................................................

Nada existe, não há nada, apenas juncos para treinar,
e um pedaço de programação da novela preferida
agarrada às solas dos sapatos italianos de verniz;
os minutos foram trocados pelas coisas pequenas,
aranhas não arranham o jarro nem o teto de alumínio,
quando espocam e brilham os flashes saio gritando
aposto que você esqueceu o horário a restauração,
foi à praia para tomar sol, ver o mar, um camarão.
Depois que caiu o amálgama do meu dente incisivo,
a dor fez-me ver que estou apenas fingindo ser valente
diante daquela maldita agulha hipodérmica sub gengival.

Sinto-me um covarde! "quo vadis Domini quo vadis "
Também gostaria de ir a Roma aplaudir o papa,
que não é o primeiro é somente Francisco,
um dia, talvez, quiçá possa ser mesmo o primeiro,
mas, só será primeiro depois que surgir o segundo,
pois este é um ensinamento que há de ser profundo,
enquanto as gôndolas balançam nos canais de Veneza,
depois da caravana passar e ladrarem os cães,
e tantos quantos camelos entrarem no buraco da agulha,
por que serei pusilânime se somente assustou-me o mar?
Ondas que quebram nas praias beijam coqueirais os mares,
tão verdes e tão bravios mares da terra natal de Alencar.

Enquanto nós balançamos o barco, a nave se vai,
procuro não ficar asfixiado com o ar salgado,
mas estão à procura de um sufixo toxico extraviado,
sempre me disseram que a tônica é a que tem tom,
mas jamais me aconselharam a não sufixar “melhor”.
Quero decidir, por que você é quem você é, ou foi,
eu sei que eu sou eu, sempre serei e o resto é o resto,
os últimos serão os primeiros, mas sempre é certo,
é verdade, quem ri por último não entendeu a piada,
por que a janela vai para lata de sucata ecológica,
quando eu ameaço começar a contar piadas de japonês.

Eles dizem que o rio não tem telhado, nem teto,
mas eu não sei, não tenho hoje toda essa certeza.
As sancas, as eiras e as beiras, frontões e capitéis,
adornam as casa e fachadas dos bem nascidos,
restando aos outros as mansardas sorumbáticas.
Acho que todo mundo bebeu vodca e querosene,
e quando viram que o homem estava caindo,
contava piadas, e não te amo mais por que não ri.
Meus olhos molhados na aguardente de grapa,
a mais fina das cachaças do vale do São Francisco,
mas há outras bebidas na taberna escocesa,
envelhecidas mais de quinze anos em enormes tonéis.

Posso dizer que senti cãibras naquele voo charter,
sem pedir ao motorneiro os bilhetes de retorno:
- “eles dizem: não faz mal, é desnecessário então”,
por que o louco entregou a coroa do reino ao anão,
com a sutileza de um hipopótamo diabético gordo,
comprando cristais de Antuérpia numa loja popular.
Fui quinto colocado com apenas dois votos atrás,
mas não entendo como os trens funcionam
movidos a diesel e ar comprimido disléxico neural.
Outras vezes, tomo outros sucos não fermentados,
mas das bebidas destiladas já não tenho piedade,
nem fé, e caridade dar esmolas redime do purgatório,
purgar a mora é preciso, assim como um bom laxante.

Eles estão loucos, rasgam notas de um real a rodo,
como se louco eu fosse por contar comprimidos,
na cartela de lexotam atrás do vidro de xarope:
“- ser louco é não ler o contrato e fazer um bom negócio ”,
por que se a vaca berra uivando ouvindo trovões,
foi porque subiu alegre e feliz na encosta íngreme,
os moinhos são canibais e levantam sempre sorrindo.
Não,não penso mais sobre o seu nariz arrebitado,
não uso uma gadanha, nem um esfregão na estação,
nas corridas de trem sopram ventos azuis enluarados,
tanchados em metal mandibular arremessados tortos,
os cães podem subir escadas e entrar nas igrejas,
ir até a pia batismal, mas só se a porta estiver aberta.

Não há vidro, não posso me deitar, nem um é sim e nem não,
nada mais há para se falar, pode até ser um talvez, quem sabe,
apenas assuntos polivalentes amenos sem importância,
esperando que o míssil seja arremessado em parábola,
explodindo os lírios do campo, que não tecem e nem fiam,
mas ainda assim um deles, foi mais sábio que Salomão.
Tudo isso parece parece apenas indiretamente,
que está acima de suas inúmeras posses haveres,
por que o vento frio é como uma espécie de diabo,
ativos e passivos contas pagas despesas várias,
ele ruge e muge afinado e suave soprando três direções,
é capaz de andar descalço, de quatro, no forro do quarto.

“ quousque tandem abutere, tosco bardo, patientia nostra ?“
Se você conseguiu chegar até este ponto da leitura,
parabéns você venceu! Toda a minha gratidão e apreço:
“- Trabalho hercúleo. É um herói ou todo seu sono já perdeu,
ou pior ainda, é mais pinel do que vocês acham que sou eu ”

TÓPICOS RELACIONADOS A ESTE POEMA

http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=244147

http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=244061
 
CONFORME HAVIA PROMETIDO ANTERIORMENTE

maconha

 
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maconha
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é a cannabis
a maconha
erva maldita
sobre ela
reflita

quem planta
vai preso
quem colhe
vai preso
quem vende
vai preso
quem transporta
vai preso

o fumante é preso
o traficante é preso
com a mercadoria
o escritor é preso
pela apologia
explicita
da droga ilícita.

PS- todo mundo foi preso
o poema acabou
por falta de gente.
 
maconha

por que mudar?

 
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por que mudar?
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por que mudar?
mudar por que
se já estamos
acostumados.
sabemos odiar
sabemos odiar
sabemos matar
sabemos destruir
sabemos amar
sabemos cantar
sabemos chorar
sabemos sorrir
sabemos enganar
sabemos mentir.

sabemos de tudo
que já aconteceu
o que acontecerá
não sabemos
mas dizem
que está escrito.

mas
se o que virá
já está escrito
pra que mudar?
 
por que mudar?

quero escrever bastante

 
quero escrever
escrever bastante
sem parar até encher
toda aquela estante

quero escrever
o que não importa
sei que ninguém vai ler
mas eu vou escrever
até deixar a pena torta.

história, conto, poesia
qualquer coisa que saia
escrevo até uma ave Maria
nem que leve uma vaia

eu vou escrever
ninguém vai ler
eu vou escrever
ninguém vai ler

mas eu vou escrever!
 
quero escrever bastante

Sim, somos anônimos

 
Realmente, tenho lido por ai que temos comentários ofensivos, debochados, agressivos... Mas, creio que, antes de generalizar, é necessário uma análise dos motivos que levam a esse tipo de comportamento, que, a meu ver, é no mínimo antissocial. Também há que se considerar, que, às vezes, a ironia e o sarcasmo quando levados ao extremo, podem parecer deboche, preconceito, essas coisas.
Também o que ocorre e é ruim, é que num comentário, por ser um texto escrito, fica difícil expressar corretamente a ironia e o sarcasmo. Às vezes quem lê entende o contrario do que a gente escreveu.
Mas, fora isso, acho válidos os comentários. Esses últimos, sobre os textos considerados ruins e os eróticos/pornográficos que estão pululando no Luso pode espantar quem aqui entra. Com a devida licença dos administradores e demais Lusuários, é como se aquela menina educada no colégio de freiras entrasse num prostíbulo, numa zona de beira de estrada e de repente se escandalizasse por com o que viu. E depois, fica-se sabendo que a menininha, educada no colégio de freiras faz quase a mesma coisa que as prostitutas. Só que não é com caminhoneiros e operários e nem a troco de dinheiro. Faz com o namorado e depois recebe um buque de rosas colombianas.
Acho também que nos comentários não pode prevalece a opinião de quem já tem livros publicados ou sabe escrever abordando diversas nuanças de qualquer tema. Eles não são superiores. E também os demais não são ignorantes ou semianalfabetos.
Mas o bom mesmo dos comentários é que se pode contradizer ou mesmo contrariar qualquer um. Principalmente os que estão costumados a se impor pelo autoritarismo julgando-se os donos das verdades. Aqueles semideuses absolutos do alto de suas mentalidades tacanhas que se desgostam em ouvir comentários desfavoráveis e revoltam-se por não poder pulverizar quem os faz devido ao anonimato.
Sim, somos anônimos. Somos covardes? Escondemos-nos? Pode ser. Na verdade, eu acredito que não nos escondemos. Apenas nos protegemos do autoritarismo daqueles que costumam exercê-lo ao longo da vida e acham que podem impô-lo em todos os lugares. Isto é a web. É o mar da informação. Os sites como o Luso e também os blogs são a essência da verdadeira liberdade de expressão. Não é uma liberdade de imprensa, contida em manuais e tutoriais retóricos. É a liberdade de expressão em sua essência. Verdadeira e pura, até inocente. Tão inocente que chega a ser debochada. E não deixem de visitar os perfis considerados “diferentes”. Como já li em algum lugar e deixo de citar a fonte por não me lembrar “De vez em quando é preciso olhar para o lixo, chafurdar na lama para perceber que as fezes que estão na sarjeta são do mesmo tipo que as que temos no ventre e não sentimos por que o nariz é longe da bunda”.

Um abraço a todos.
16.02.3013 - 19:44 hs.
 
Sim, somos anônimos

vamos sonhar?

 
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Vamos sonhar?
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Sem nunca acordar,
vamos esquecer
que o mundo é mundo,
que o poço é fundo
e o buraco
sempre mais embaixo.
Vamos esquecer
que a vida existe
a morte insiste
em nos matar.

Vamos esquecer
que na terra
existe fome guerra,
que tanta ambição
toma conta
dos corações.

Vamos nós dois
de mãos dadas,
existências atadas,
esquecer o mundo
fugir da morte
que insiste
em nos matar.

A partir de agora,
vamos nós sonhar!
 
vamos sonhar?

Apenas uma marca indelével

 
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- apenas uma marca indelével - =====================================================================

prepararam um canhão
nascido nas forjas de krupp
e apontaram
para o lugar
onde estava guardado
todo o amor do mundo.

petardo de ódio
cento e cinco milímetros
projetado em velocidade
superior à do som
adquiriu aceleração
em movimento parabólico
explodindo no mundo de amor.

mas não foi suficiente
para destruir
ou mesmo abalar.

apenas deixou sua marca
indelével em vermelho
uma marca de ódio
em meio ao amor do mundo.
 
Apenas uma marca indelével

não vou ser diferente

 
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- não vou ser diferente -
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sim
vou passar
a vida inteira
esperando a morte
para ser recompensado,

sim
vou ficar
todo o tempo
batendo no peito
esperando que outros
deem jeito
que se
melhore
o mundo....

não
não vou
ser diferente
de toda gente.
eles esperam demais
se imaginaram em mim
um reformador do mundo.
 
não vou ser diferente

Esclarecimento aos poetas e poetizas do Luso

 
Esclarecimentos necessários

Prezados poetas e poetizas do Luso Poemas, estou percebendo que ultimamente estão surgindo inúmeros poemas com títulos transcendentais abordando situações aleatória transpostas e transversas. Resolvi escrever o meu poema enfumaçado apoiado na perispotética do rabo ápode do jacaré e na biogênese trinaria da química inorgânica moderna, espancado em toda hermenêutica e exegese que se leem nos alfarrábios.
Espero que gostem do meu poema intitulado : “quando a sinuosidade da lamina retalha a tralha reta “, que brevemente virá à lume de parto parido de fórceps. [Ao gadanha que se por favor verifique se eu escrevi da maneira certa].
E que o leiam assim como eu tenho lido todos os vossos absorvendo as ideias .
Saibam pois, preclaros pares que ouvi todos os murmúrios perguntando o que queres de mim mas não posso dar-lhe o anel que nunca tive. Mantive serena a minha expressão no caminho de volta. Fiz uma prece e não tentei resolver a equação. Esqueci o caderno e o encanto da caixa de lápis de cor na conversa do boteco. A estranha paixão perdeu-se no fogo do conselho
Era sonho? Mentira. Não estranhe esse meu desespero romântico. Tenho olhos ocos mas esta dualidade só me leva a ter uma estranha paixão.
Sabiam que onde dançamos juntas há lama nos pés dos homens. Se bem que se vivesse eu na paz dos imortais aguardaria a chegada da redefinição da luz, saberia que árvores são seres verticais e mesmo quedado nos teus braços ainda teria os meus medos da vida de adulto.

A todos os poetas o meu abraços tosco. Às poetizas, um beijo doce.

Tosco Bardo - agora poeta transcendental e anúrico
 
Esclarecimento aos poetas e poetizas do Luso

Divagações sobre textos bons e ruins

 
Sobre meus textos e poemas, quem vai dizer se são os bons ou ruins, altos ou os baixos não serei eu. Quem os ler vai dizê-lo. Ou não. O certo é que escrevi muitos textos ruins. Ruins mesmo. Vejamos quanto a um autor consagrado. O fato de ser um autor consagrado não leva automaticamente a se dizer que tudo o que dele emana é também consagrado. Acho mesmo que um autor dessa estirpe, muitas vezes escreve por encomenda. Esperam que ele escreva algo e ele o faz. Sem inspiração... Só para satisfazer os leitores. Estes, abismados exalam o “Ohhhhh” e passam a elogiar sem atentar para o conteúdo. O que leva a dizer que uma merda escrita por um autor famoso é uma merda famosa. Mas não deixa de ser uma merda. Todo mundo escreve textos bons e ruins.

Também não se pode negar. Não mesmo. Todos nós temos aquele caderno de Latim ou de Álgebra, cousas lá dos tempos de antanho bem escondidinho no fundo de uma gaveta. Entre as declinações e o 1º Teorema de Pitágoras jazem versos que escrevemos durante as aulas. Mas não estão esquecidos. Lá ficaram à espera de uma oportunidade. Talvez a poesia mude tanto assim que possam ter algum valor.

Para os poetas do período áureo, os poemas dos modernistas não continham poesia. Sem métrica, sem rima, sem estrutura, sem alma ... Não só na Literatura. Em todas as Artes foi assim. O que Giotto diria de Dali? Rafael aprovaria Renoir? E Rodin? Michelângelo escracharia com “ O pensador” ? Um amigo, também escrevinhador dado às égides pré modernistas dizia que eu escrevia assim por que não tinha talento e capacidade para seguir a estrutura clássica. Retorquia que aquilo era rebuscado demais, a rigidez das rimas e da métrica acabavam por dar superficialidade ao poema.

Mas, voltando ao velho caderno de Latim, o alfarrábio vetusto contém escritos de anos idos e que foram relegados à gaveta. Na época não gostamos do que escrevemos. Não destruímos os paridos disformes, esses Quasímodos literários por um amor paterno. E por que, no fundo, achamos que um dia poderiam ter uma releitura. Assim como eu guardo na gaveta uma lâmpada queimada e um isqueiro vazio. Talvez algum dia, o tungstênio existente no filamento da lâmpada possa ser de valia. Para o que eu não sei. O isqueiro? Não sei. Ainda não achei uma utilidade para ele. Mas continuo procurando.
 
Divagações sobre textos bons e ruins

o regozijo do urubu

 
o regozijo de urubu
é fartar-se de carniça
quem costuma dar o pé
fala fino e esganiça
 
o regozijo do urubu

equação

 
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equação
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Y é a incógnita
que resolve equação
que é seu coração

eu sou um X
ficarei feliz.
se conseguir
ao menos uma raiz
 
equação

no triângulo das bermudas

 
no triângulos das tuas bermudas
meus eloquentes desejos
de desbravar sargaços

mas deixas-me à deriva
embalado nos ventos do outono ...

Amo-te...
o jade dos teus olhos
fere-me o peito... dói...

desejo teu corpo
no meio da noite
no meio do dia
tento esquecer-te
fico a dialogar com o relógio
contando as horas que passam

não queres que te deseje?
apenas desculpa-me ...
 
no triângulo das bermudas

Com licença, senhores e senhoras...

 
Permitam que me apresente. Sou o Tosco Bardo, poeta anterior à concepção do arte naif, primitivo mas não mal feito, sem refinamento mas não mal formado, sem capricho mas com alguns cuidados. Não sou burro e nem grosseiro, prefiro dizer que sou um ser não polido, sem nenhuma burilação ou lapidação, assim como a natureza me gerou.
Como já perceberam, trata-se de um pseudônimo. Quer dizer que sou o alterego de alguém de carne e osso que não quer aparecer e os motivos desse anonimato não são da minha conta. Apenas exerço a minha função. Sou a criatura e não julgo ou discuto os motivos do meu criador.
Nos bancos escolares que poli, tentaram me ensinar a Língua Portuguesa, mas fiz questão de esquecer as formas fixas e tradicionais para a escrita, principalmente para o poema. Não quero mais saber sobre o dinamismo lexical da língua nem da estrutura e processos de formação de palavras. Passei a abominar a morfossintaxe das palavras, execrando todos os aspectos semânticos, sintáticos e coesivos. Aboli regras sobre verbos, substantivos e adjetivos. Odeio colocação pronominal, conjunções e preposições. Sacrifiquei a metrificação em benéfico da sonoridade. Não mais sigo as técnicas tradicionais para se medir o verso.
Então, escrevo o que gosto. E gostaria de compartilhar com outras pessoas o que eu escrevo. Não tenho estilo ou meu estilo é não ter estilo.
Passo a expor para vocês meus textos e versos, sem pretensão nenhuma. Apenas esperando que leiam meus escritos. Aceito todo e qualquer tipo de crítica, mas dispenso ofensas e agressões gratuitas e improdutivas.
Um abraço a todos.
 
Com licença, senhores e senhoras...