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Poemas de esperança

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares da categoria poemas de esperança

Amo talvez todos os minutos escuros aprofundam 💕

 
Amo talvez todos os minutos escuros aprofundam 💕
 
Amo talvez todos os minutos escuros
Horas que se aprofundam, segundos
Que se fundam no profundo do meu ser

Sombras na mente dos meus sentidos
Neles encontrei os meus dias já vividos
Entre as palavras de uma solidão imensa

Noite sem pressa em cada instante estreito
Dor estampada nos olhos como uma flor
Na voz do limbo os poemas das estrelas

Como se o manhã escondesse talvez o amor
Verdadeiro, num castiçal de prata sem esperança
Das pedras intemporais em palavras incrédulas

Ternura nas lágrimas, pelos livros dos outros
Então senti o vento como se fossem nuvens
Dos meus próprios sonhos que se erguem

Em emoções, aprofundam-se nas horas difíceis
Na esperança que tu meu amor apareças aqui.

Olho o céu, conto as estrelas
Para não me esquecer
Que viver amando
Deixam lágrimas de felicidade
No meu rosto.

✿ 💕

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Amo talvez todos os minutos escuros aprofundam 💕

As folhas das letras atravessam os carris do destino

 
As folhas das letras atravessam os carris do destino
 
As folhas das letras atravessam os carris
Elas desconhecem as linhas do destino
Chegam à estação na vertigem do silêncio
Viagem atribulada feita na escuridão dos túneis

O poeta escreve nos caminhos mais nocturnos
A morte desvenda o mistério de um rosto triste
Os labirintos da alma são a solidão do corpo
Palavras secas no palato da nossa memória

No silêncio descrevo com esta sonolência
Poética onde invento ninhos feitos de ilusões
Palavras por escrever, por dizer tantas vezes
Sussurradas nas páginas brancas do poema

Dor sentida de lamento nas esquecidas letras
Onde atravessam os carris da nossa curta vida
Viagem atribulada esta a nossa, do destino incerto
A morte desvenda o mistério da vida mal vivida.

🍂
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
As folhas das letras atravessam os carris do destino

✿Ó mulher que desgraçada és e tão aventurada te sentesღ

 
 ✿Ó mulher que desgraçada és e tão aventurada te sentesღ
 
Ó mulher que desgraçada és e tão aventurada te sentes
Que ris quando o teu coração sangra
Que choras com as lágrimas da felicidade
E te escondes das dores que te matam tantas vezes
Ó mulher que amas sem nada dizer
Mesmo quando o teu coração te manda gritar
E a tua alma geme amargurada no teu peito
Ó mulher que nasces tão fraca e te tornas tão forte
Tantas vezes adorada e outras desgraçada
Que sentes desejo da vida e dás também vida
Num sonho doce entre um simples lamento
E mesmo assim com paixão sorris para o mundo
Com o peso que tantas vezes carregas nos ombros
Ó mulher que desgraçada és e tão aventurada te sentes
Que amas com tanta intensidade como vives nesta vida

🌼👑👒
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 ✿Ó mulher que desgraçada és e tão aventurada te sentesღ

♥ÁRVORES DESPIDAS*

 
 ♥ÁRVORES DESPIDAS*
 
Árvores despidas
Nuas de folhas
Espalhadas no chão
De todas as cores

Ramos que assustam
Na noite fria, escura
Feita de esquecimentos
Sombras de retalhos

Troncos que guardam
Segredos, ressentimentos
Trapos estendidos
Rasgados na tempestade
Atirados pelo vento.

&
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 ♥ÁRVORES DESPIDAS*

*Encontro-te perdido sem corpo♥

 
*Encontro-te perdido sem corpo♥
 
Encontro-te perdido sem corpo
Pilares do olhar na memória
Que a sombra te guarda
Tear de agulhas que dilaceram
Na luz que destroem as almas
Vinho de fios leves na linha de água
Que vai correndo nos secos ossos
Tábuas secas de veneno, corpo morto
Dividido ombro que ampara no leito da sua morte
Nos farrapos que despedaça, sustento da vida
Coberto de oceanos em estranho errante
Nas curvas de campos floridos de dor
Encontro de pó em blasfemos sentimentos
Neste teu leito de morte já sem corpo

“Que os anjos durmam
Sempre ao nosso lado
Em silêncio nos nossos sonhos”

🌺🍁🌹 ♥

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
*Encontro-te perdido sem corpo♥

♥VINHO DA MINHA VINHA*

 
 ♥VINHO DA MINHA VINHA*
 
Vinho doce da minha vinha
Uva trepadeira de morangueiro
Doce vinho nas noites frias
Bebo o teu lindo néctar doce
Sinto quando me abraças
Perto da lareira no inverno
Na sombra fresca do verão
Doce e maduro no túnel da paixão
Destilo-te em cada instante
Perto do peito, amadureço-te
Por um longo tempo o teu aroma
Adega fresca pipa cheia de amor
Brindar e tilintar dos copos, das taças
Dos encontros do teu sabor
Deste teu néctar divino
Doce vinho dos deuses
Quero viver beber ao teu lado
Nas noites frias da minha vida.

&
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 ♥VINHO DA MINHA VINHA*

ღCONFISSÃO *

 
ღCONFISSÃO *
 
Sou tudo, sou nada

Sou a mão do soldado
Que puxou o gatilho

Sou a lágrima da criança
Que se encontra perdida

Sou uma linha em branco
Que nunca foi escrita

Sou o assobio da bala
Que me feriu o peito

Eu sou a verdade
Feita na dura mentira

Sou um ser imperfeito
Nesta sociedade perfeita

Sou o beijo dado na face
Que transforma a tua alma

Sou a bomba que explode
No tempo já perdido

Sou o berço do futuro
Mãe, mulher, esposa

Sou a confissão bem feita
Que reza em devoção a Deus

Sou a voz que proclama
Não sou nada, sou tudo.

Entre os lagos que se descalçam em silêncio
Nas gôndolas do peito no mar de Veneza
*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
ღCONFISSÃO *

♥VIVER ACORDAR✿

 
 ♥VIVER ACORDAR✿
 
Hoje acordei a dizer adeus às lágrimas
Apaguei da minha vida as mágoas
Passei por cima das angústias

Estou a desatar os nós da vida
E das lembranças da memória

O inferno é perder a capacidade
De amar, de perdoar
De sentir compaixão pelos outros

Somente quem passa pelo gelo da dor
Pela perda e quando chega à inocência amor
É para vive-la sempre com uma grande plenitude


Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
 ♥VIVER ACORDAR✿

♥SER OU NÃO POETA*

 
♥SER OU NÃO POETA*
 
 
Vou escrever que ser poeta é ter carne
É morrer em cada página escrita
E renascer de novo num silêncio suicida
Que sangra no seu próprio grito
Ante a glória que dilacera os dedos
Num poema impossível mudo de sentimentos
Desespero frágil como uma súplica
Numa qualquer página escrita por ler
Dos poetas idos que vivem em desespero
Por entre lágrimas caídas nos livros por escrever
Ser poeta é derramar ou não o sangue dos espinhos
Que vivem nas rosas desnudando a alma
Sangrando tantas vezes o coração

Ser poeta é ter nos olhos
a luz da escrita em poesia
*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
♥SER OU NÃO POETA*

ღ BELA PRIMAVERA EM PROSA✿

 
ღ BELA PRIMAVERA EM PROSA✿
 
As palavras são a minha companhia
Procuro-as na ponta do lápis
Tentando imaginá-las na ponta dos dedos
Os versos gritavam já escritos
Os sonetos escondiam-se
As frases eram as lágrimas
As palavras dão liberdade, muita saudade
Penso descanso entre uma prosa
De tantas lembranças poéticas
Flor no peito de tanta beleza
E os olhos resistem à felicidade escrita
A minha alma fica repleta de amor
São as palavras a minha doce companhia
Memória que me faz vestir de primavera
Ficando à janela

Ler é mergulhar
Nas páginas de um belo livro
Com o conhecimento que me dá
*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
ღ BELA PRIMAVERA EM PROSA✿

O rio transborda de dor chuva de fragas 🌸

 
O rio transborda de dor chuva de fragas 🌸
 
A chuva cai intensamente
O rio transborda nas margens
Lameiros cheios de água donde
A ponte velha de fragas vai submergir

As lágrimas descem na saudade
A solidão perdeu o ar e não se consegue ver
A alma chora o que é inevitável
O coração sofre como a chuva que cai

Onde o rio transborda de dor
Num mundo de ilusão, sem sentimentos
Um temporal de emoções , voz amarga
Gasta de esquecimento, ferida no horizonte

A chuva cai o rio vai transbordar na ponte
Das lágrimas perdidas
Na dor, com um sinal de esperança
A angústia que falo que o amor às vezes

Faz sofrer demais ausência de alguém
Aquela que por ti sofre na solidão
Angústia tão grande deixa-me tão vazia
Faz parar no tempo tira-me a alegria

Faz-me ter medo lindo segredo
Jamais esquecerei jamais o terei
Sei que nada sei sinto o que falei
A dominar o olhar que descobriu não ouviu

Poderá me tirar a angústia de que falo
Que sinto, que vejo sou a tempestade que passa
O tempo que foge a flor de um jardim
O aroma do café um perfume forte

Uma carta rasgada as dores de alegria
As lágrimas de esperança na chuva de fragas

🌸👒
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
O rio transborda de dor chuva de fragas 🌸

♥Perdi-me encontrei-te*

 
♥Perdi-me encontrei-te*
 
Não quero perder a minha alma
Como perdi o meu coração a tua procura
Nas asas de uma águia
Vi-te delirante
Desci a montanha do vale encantado
Semeei no teu corpo a minha ternura
Rego as orquídeas do meu desejo
Tiro os espinhos das minhas rosas
Olho os teus olhos deliro com loucura
Nas ondas do mar feitas de espuma
Atravesso as marés de tempestades
Corto as amarras de mim mesma
E só por ti incendiei o fogo
Da verdadeira fonte
Do vale dos meus desejos.

╭•⊰ 🌺
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
♥Perdi-me encontrei-te*

♥OS LIVROS DESTE MUNDO *

 
♥OS LIVROS DESTE MUNDO *
 
Os Livros deste mundo
Quando não são lidos
São almas puras e perdidas
Numa terra impura de perdidos
À procura da metade que nos falta
Quando na verdade a metade
Que nos falta é a metade que
Não entendemos ou não aceitamos
Mostra-me os teus versos minha querida
E eu te dou o poema da minha canção
O romantismo não está apenas
Nos meus versos, nos meus poemas
Está quando as nossas almas
Estiverem sedentas de afeto
E os nossos corpos
Sentirem esta necessidade
Os livros partem para a outra margem
Para outras paragens
Onde estão à espera deles
E não serão mais almas tristes
Porque alguém os irá ler com amor, timidez
E ficaram para sempre nas suas lembranças.

*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
♥OS LIVROS DESTE MUNDO *

*DENTRO DE MIM HÁ MIL ♥

 
*DENTRO DE MIM HÁ MIL ♥
 
Dentro de mim há
Mil viagens por fazer
Mil flores por colher
Mil árvores por plantar
Mil livros por ler
Mil poemas por escrever
Mil amores por amar
Mil noites por dançar
Mil sonhos por realizar
Mil pratos por cozinhar
Mil beijos por dar
Mil dores por esquecer
Mil folhas por cair
Mil primaveras por perfumar
Mil caminhos por percorrer
Mil abraços por dar
Mil mágoas por esquecer
Há sem dúvida mil coisas para viver
A receita para a felicidade
É viver, criar, divertir
Amar , sorrir , dançar
Rezar, meditar, sem limites

“Abra a porta
Para que entre
A luz da felicidade”
*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
*DENTRO DE MIM HÁ MIL ♥

*NÃO MEU AMOR♥

 
*NÃO MEU AMOR♥
 
Não meu amor
Não chegues em remanso
Olha que o meu silêncio fere-me
Abana faz chocalhar ferozmente
Todas as searas de trigo
Que o vento balança
Com os risos de ti
Entre os raios de sol
Agora que o meu coração
Se ajoelhou diante do teu amor
E as lágrimas de felicidade
Saltam dos teus olhos salgados
Sal do mar doce mel
Não chegues em mudez
Pois só o teu amor
Me permite voltar a renascer
Por entre as searas de trigo do teu regaço.


Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
*NÃO MEU AMOR♥

*Ó MAR QUE ME QUEIMAS♥

 
*Ó MAR QUE ME QUEIMAS♥
 
Ó mar que me queimas
E calas este meu corpo
Nas ondas enlaçadas de dor
Como relâmpagos de navalhas

Ó mar que dos astros caem
No vazio de um céu estrelado
As raízes sepultadas no oceano
Morto que se recusa a morrer

Ó mar que não rompas a sepultura
Nas labaredas de tanta perfeição
Sem o ciúme das ondas do meu ser
Na renovada solidão que me é imposta

“A morte é certa
E a vida não é uma tatuagem”
*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
*Ó MAR QUE ME QUEIMAS♥

♥ A pastora *

 
♥ A pastora  *
 
Corriça no monte, na serra
Longe de tudo e de todos
Celeiro cheio de palha, de feno
Para as crias, ovelhas e cabras
O brilho dos olhos da pastora
Nunca se conseguirá encontrar
As vozes do silêncio da serra
As trevas travadas
Na noite grande e escura
As mãos e os rostos
Onde ela gostaria de tocar
De dizer aquilo que gostaria de dizer
Fala sozinha com as ovelhas
E o cão ao seu lado seu fiel companheiro
Nas horas tristes e alegres
Semeia o vento, do brilho do seus olhos
Olhos negros revelam-se ao temporal
Menina/senhora de cabelos cor do mar
Anda por caminhos de trilhos na serra
Sem medo do lobo, raposa ou cobra
Sem medo do homem esse bicho animal
Chega à aldeia, já de noite fechada
No seu refúgio, atiça o lume da sua vida simples
Nesta aldeia perdida na serra no monte.

Bela e simples lá vai
a pastora alegre para a vida

🌷

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
♥ A pastora  *

♥A MORTE AFAGA OS SENTIDOS*

 
♥A MORTE AFAGA OS SENTIDOS*
 
A morte afaga todos os meus sentidos
Neste meu corpo frágil e gelado
Voa a minha alma num papagaio de papel
Por este céu brilhante, onde queima o sol
Areia branca ou talvez vulcânica
De pedras grandes e pequenas onde ferem os pés
Pés descalços à beira do mar
Deixamos as mágoas, as dores do corpo
Onde a morte afaga os pensamentos
Frágeis, soltos e débeis
Deste meu corpo já tão frágil e gelado
A solidão assusta-me
E ao mesmo tempo seduz-me
Mas não quero estar sozinha
A tua ausência dói em mim
A minha alma chora, a tua em mim
Sobre a mesa está uma carta
Que fala sobre os nossos sonhos
Sonhos, sonhados e não realizados
Tantas coisas de nós, os dois
Escritas numa simples folha de papel
Tantas passagens de nós dois
Das nossas viagens, dos nossos passeios
Vividos e passados em família
Não importa onde iremos amanhã
Nem onde iremos parar
Eu só quero é estar contigo (amanhã)

*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
♥A MORTE AFAGA OS SENTIDOS*

*Os livros soltos 📖♥

 
*Os livros soltos  📖♥
 
Os livros são a leitura, para quem gosta
De amar, de viajar, sem rumo, sem caminho
Um aventura sem compromisso
Que mergulha, de cabeça na imaginação
"Experimente" terá uma aventura única
Como poucas pessoas terão
Em encontrar a paz de viver
Num mundo imaginário onde os dois mundos
Juntam-se e convivem juntos em harmonia
Ler traz-nos a felicidade de viver e saber viver
Um amor, uma paixão, um desejo, um sonho
Uma personagem real ou imaginaria
Sem vertigens, sem surpresas ou talvez
Tenhamos pela frente, se formos capazes de amar
De sentir, de imaginar, de viver inteiramente
Como seres humanos que somos
Se pensamos que já vivemos tudo
Estamos enganados, começamos a viver
Quando perdoamos, amamos
Renascemos sempre que lemos um livro maravilhoso.

Ler trás conhecimento
Entre o sonho
De grandes viagens
Vividas no coração

🌸📖

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
*Os livros soltos  📖♥

ღSOMOS AQUILO QUE FAZEMOS*

 
ღSOMOS AQUILO QUE FAZEMOS*
 
Somos aquilo que fazemos
Somos o que amamos
Somos o vento e a chuva
Somos do mundo e de Deus
Somos a nossa própria solidão
Somos amor e paixão
Somos aquilo que respeitamos
Somos a nossa própria escuridão
Somos medo, angustia, desilusão
Temos as portas fechadas sem tempo
Para ouvir, falar, compreender, perdoar
Sentir, viver e ter esperança

Que o perfume das flores
Nos dê boas vibrações
*
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
ღSOMOS AQUILO QUE FAZEMOS*