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Paisagem matutina

 
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Paisagem matutina

Ao morrer da noite vem a estrela D’alva
Logo surgirá o dia e a passarada gorjeia
O lavrador no campo a semente semeia
Numa luta diária de uma raça tão brava

O orvalho começa a cair de toda a relva
As crianças correm todas para a escola
E felizes no caminho vão jogando bola
Ouvem-se pássaros cantarem na selva

Começa a dissipar a névoa e a neblina
Ao longe dá para ver o cume da colina
E a tarde, por certo, haverá sol ardente

Tudo é alegria com o sorriso das crianças
Nota-se nos seus semblantes esperanças
Tive tudo isso, mas se foi tão de repente.

jmd/Maringá, 19.05.2017



verde

 
Autor
João Marino Delize
 
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