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Gemas acabrunhadas

 
 
Gemas acabrunhadas
 
Gemas acabrunhadas



Espiona minhas gemas e atormenta meu viver.
abandonou as irrigações das minhas artérias,
no gélido e desmaterializado áureo, um ser.
Vi duas vezes um átomo crescer sem bactérias

Há suor deste obreiro nas construções santas.
A geração corrupta dos massacres dito e duro
engole, vê a morte no general idiota, uma anta.
Estão sem bigode e sem uniforme e não maduro.

Contrasta e sobrevive no peito de um doente.
Ascende o germe, brota ânsia análoga à morte.
Desorientado a este clima que me desmente,
há aversão aos ideais do louco com certa sorte.

Distância sinistra dos aquários, franquia do mar.
Descabelo-me com o inicio do livro sagrado,
Santo católico fulgente coisa que faz respirar.
Papel vegetal escrito, filho do antigo santificado.










O NOVO POETA. (W.Marques).


O NOVO POETA.W.Marques).

 
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ONOVOPOETA
 
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Enviado por Tópico
Lvccas
Publicado: 05/07/2020 18:28  Atualizado: 05/07/2020 18:28
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 Re: Gemas acabrunhadas
Belo poema, tem um "Não sei o que" muito intrigante nele.
Parabens!