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Crendices

 
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Crendices

Lembro no tempo de infância
Ao chegar à quinta-feira santa
A gente varria todo o terreiro
E um bom pedaço do carreador

Se dizia que na sexta-feira
Nada se poderia então fazer
Nem a casa se podia varrer
Que poderia dar muito azar

Hoje esta lenda estou a falar
De uma crendice do passado
Que ainda há gente a pregar

Dizia-se que na sexta-feira
Carne não se poderia comer
E ainda há alguém a acreditar.

Jmd/Maringá, 19.04.19





verde

 
Autor
João Marino Delize
 
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