Nada nem ninguém,
A demove da direção,
Que tomou,
Se tomba,
Sacode as feridas,
Limpa o sangue,
Que ainda escorre…
Rapidamente se levanta.
Mais rija,
Do que o aquele mármore,
Que se verga ao vento,
Mais tenra do que a árvore,
Que morre sempre de pé.
De pé,
Sempre erguida,
Indiferente às tempestades,
Resiliente a todas Nortadas,
Que se avizinham.
São batalhas resistidas,
Uma após uma,
Até à última batalha,
Perante a qual tombará,
Mas já morta,
Sem vida.
Mas sempre de pé,
Até ao último instante.
Diogo Cosmo ∞
15:15 11-01-2026
Galão, Lisboa
DIOGO Cosmo ♾