a cidade desapareceu sob o véu do domingo
os rebanhos sorvem o pouco verde que resta como água e rio
a luz nas pedras mornas da igreja antiga escoa-se no mistério dos capitéis
sou teu escravo, meu amor, neste domingo que escapa à autoridade do idílio
sob a tua pele amanhecida e lânguida
aguardo o pecado que me alegra