Como um filho que se abriga nos braços da mãe
Eu me entrego ao êxtase sensorial
Caminho que me une a Deus
Refúgio que me acolhe de modo natural
Deito-me na simplicidade do alvor
Acolhida por um manto de amor
Vivendo a essência límpida
Cumprindo o fado sagrado
Em mim nasce a natureza
De elevar ao Céu a beleza
Esculpir o dom com ternura
Encaminhando a fé no meu altar
Visto-me de luz e verdade
Sincera é a alva flor
Que amanhece com naturalidade