O infinito do nada ser,
Dedilhado a passos lentos pela pele quente,
Uma sombra que se espalha, a estremecer
Sobre o calar da noite, dentre a gente
Sobreviventes do dia,
E durante a noite, enlouquecer.
Gotas de chuva de uma nuvem inexistente,
Ecos melodiosos já passados,
Estremecidos de um pensamento demente,
Presente e futuro, condenados.
Marionetas de vento corrente,
Ecos de um vazio estagnado.
Um passo ao abismo,
Uma bênção.
Nascido a 2026/03/04