Foi no papel de rascunho
Escrito a esmo de próprio punho
Que me nasceu este poema.
Vida me surpreenda!
Foi no bloco que estava no bolso
Sem muito alarde ou alvoroço
Que veio em mim este poema.
Vida me surpreenda!
Foi numa madrugada qualquer
Assistindo Berlim affair (afér)
Que me inspirou este poema
Perdida a dose de vinho e café
Quem devaneia sabe como é.
Vida me surpreenda!
Mauro A Evaristo