Poemas : 

Brincar Deus e Diabo

 
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Não desordeno quem sou , homem de carne e osso.


Descrição do óbvio esboço.


Mas eu peço ,


Maldito é o ego ,


Onde chega , onde eu quero .


E minhas mentiras.


É blasfêmia do amor ,


Onde a vaidade imprudente ,


Declinou meu amor ,


Sem norte e absinta ,


Desapegada e sem cura.


A clava crava e tortura.



Beirando à morte e a loucura...







Rodrigo Mortar




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