
Todos somos Poetas
Todos somos poetas
e também doutores da vida,
dos amores e das dores;
a poesia nasce na alma combalida.
Quer seja na dor ou na tristeza,
mas também na alma energética, quando se
enche de felicidade e amores. Há poetas do mal,
que marcam em sua arma suas presas.
Mas também há os do bem,
que o fazem sem olhar a quem.
De qualquer maneira, quero que tudo se exploda:
sou poeta e pronto, mesmo sendo uma zerda.
Pois é melhor ser uma zerda que uma merda;
afinal, merda fede.
A menos que também existam
poetas que fedem.
Aí eu até posso ser um
poeta fedido.
Afinal, fedido ou não, serei poeta,
mesmo não sendo o seu poeta preferido.
Alexandre Montalvan
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