| Enviado por | Tópico |
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| Mimus-triurus | Publicado: 24/05/2026 14:02 Atualizado: 24/05/2026 14:02 |
Usuário desde: 06/11/2022
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Mensagens: 47
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Um poema com bom ar!
Obrigado, poeta, pela sua entrega nesta casa, e mais importa a qualidade poética do seu texto. Um abraço. |
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| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 24/05/2026 15:51 Atualizado: 24/05/2026 15:52 |
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Colaborador
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Mensagens: 2321
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Do pouco se faz muito como é teu apanágio.
Muitas vezes somos o "culpado da inocência" (bela antítese). Há sempre bastante argúcia nos trocadilhos que nos apresentas que, amiude, soam a aforismo. Há uma subinterpretação na metáfora do "bode" que me leva por caminhos muito meus. É um animal fenomenal, muito útil ao homem, mas ao contrário do carneiro, é mais difícil de domesticar. Obedece a uma arte diferente. Contudo, não deixa de ter importância na nossa alimentação (adoro o queijo de cabra e a carne é muito saborosa), um dos meus restaurantes favoritos é em sua homenagem (Curral dos Caprinos). Além disso, há todo um signo astrológico que lhe é dedicado, sendo de terra e meticuloso, muito haveria a ser dito sobre esses seres fantásticos. O adjectivo - cabrão, com o seu lado pejorativo, para mim sempre foi sinónimo de admiração, também, por exemplo. Tendo 7 versos há um "...não..." em 4 deles. Há alguma culpa associada ao negativo. Mas viver com culpa não é tarefa fácil, como todo poema pretende transmitir. Mas por outro lado há assunção da mesma por parte do sujeito poético, ainda que seja ao "...estranho que o habita...". Favorito. Obrigado pela leitura. Abraço |
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