Sonetos : 

A flor do pele

 
Ando tão a flor da pele
Que não há o que não se revele
O fim do mundo numa semana,
O fim de um caso tão bacana.

Ando tão à flor da pele
Que não há o que se revele
O fim da saudade de um bem querer,
O começo recomeço de viver.

Ando tão à flor da pele
Que filmes rápidos de internet
Bagunçam com meu jeito de ser

Sem me abalar algo que não se apresse
Em minha alegria e meu jeito de ser,
Isso sim é viver.


Mauro A Evaristo

 
Autor
Mauro Antonio
 
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