É normal querer acabar com o poema,
Mas uma voz bem suave diz "experimenta",
Eu desisto de desistir
Caneta e papel na mão vou ali.
As vezes quero acabar com o poema,
Mas a voz delicada repete "experimenta",
E eu feito criança feliz
Sorrio e vou por ali.
As vezes só quero um pouco parar,
Mas a voz sabe que posso continuar
E sabe que absorvo o que vai dizer
Diz-me enquanto eu respirar
Tudo pode de bom acontecer
Pois existe poder infinito em meu Ser.
Mauro A Evaristo