O movimento,
o meu percorrer de
rosto,
com duas mãos
ásperas,
tem a ver com
explicar-te o dia,
dizer que a noite
se guarda a si própria,
numa pequena caixa de
madrepérola,…
e depois,
depois o dia
ensurdece,
com uma voz neutra,
de filósofo morto
numa ágora que se desfez,…
e mostro-te o que
isto significa,
só mesmo pelo toque