Todo o poema começa com o sol,
Um pingo de água tépida,
De cheiro inconveniente,....
São as pessoas a dize lo,
E assim que a manhã
sai pelo arco de outros triunfos,
O poema insulta,
Renova se no calor
apropriante da tarde,
Com decisões esforçadas,
Um lavrar de ideias sem corpo,
E que contam de formas diferentes,
A quem o poema toca,....
E na noite,
Na toalha bordada do escuro que nos envolve,
O poema adormece,...
Vou agora mostrar to,
Como se do meu
recém nascido te falasse