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Poemas : 

No natal

 
No n a t a l - por - Lizaldo Vieira
Quando tocarem os sinos
De Belém
Hiroxima
Nacazake
E Aracaju
Que todos cantem
Dê motivos
Comunguem
Se toquem
Orem
E até chorem
A harmonia
Num só sotaque
Numa só emoção
Pura razão
Momento místico
Poético
Dando vivas ao brilho do menino
Luz maior que anuncia a vinda da divindade
Liberdade
Glorificando a vida
Semeando velas nas trevas
No vinte e cinco
Badaladas dos noturnas
Iluminando as trevas
Do caminho da cristandade
Celebremos ao amor
A paz
A fraternidade
Com cantares
Louvores
Com altares
Andores
Esparramando cores
Semeando flores
Vibrem os sons
Misturem os tons
Recitemos poemas
Aleluias
Sinalizemos para paz
Aqui
Acolá
Busquemos achar
Propagar em remotos lugares
Distraídos
Desiludidos
Que haja amizade
Ruminando saídas
Esperança
Espelhemos espelhos de divindade
Aqui
E lá longe
Mesmo sendo só promessa
De um bom presente
Vale apena
A reza
Ame
Que já será importante
Pelo simples co-existir
Dentro de nós
O baticum pequenino
Sino de Belém


Q U E S E D A N E C U S T O d e V I D A - Lizaldo Vieira
Meu deus
Tá danado
É todo santo dia
O mesmo recado
La vem o noticiário
Com a
estória das bolsas
Do que sobe e desce no mercado
De Tóquio
Nasdaq
São paulo
É dólar que aume...

 
Autor
Lizaaldo
 
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