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Esta maneira que somos...!

 
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Somos aquilo que sentimos, escrevemos, fazemos ou lemos. Qualquer outra forma de nos expressarmos está a trair e a confundir quem nos escuta, lê ou sente!

Disse um dia o sujeito
"Pró" complemento, pois então!
Tens de concordar comigo,
Quer tu queiras, quer não…
O verbo por seu lado
Vendo aquela discussão,
Disse meio atrapalhado
E eu…? Combino ou não?
Logo lhe disse o sujeito…
Predicado, querido bem,
Se queres escrever a preceito
Tens de concordar também!

cavaleiro.100.dama

 
Autor
cavaleiro.sem.dama
 
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Enviado por Tópico
Jorge-Santos
Publicado: 13/02/2019 11:38  Atualizado: 13/02/2019 11:38
Subscritor
Usuário desde: 24/02/2017
Localidade: Azeitão/Setúbal, Portugal
Mensagens: 1936
 Re: Esta maneira que somos...!


Enviado por Tópico
martisns
Publicado: 13/02/2019 15:49  Atualizado: 13/02/2019 15:49
Colaborador
Usuário desde: 13/07/2010
Localidade:
Mensagens: 29219
 Re: Esta maneira que somos...!
Nada um no outro é igual, pois temos que as vezes se fazer de diferente nas indiferenças. Os pensamentos deixam se ser imaginativos quando começa a agressão verbal.

belo texto







Enviado por Tópico
Rogério Beça
Publicado: 15/02/2019 11:25  Atualizado: 15/02/2019 11:31
Colaborador
Usuário desde: 06/11/2007
Localidade:
Mensagens: 1587
 Re: Esta maneira que somos...!
Tem um lado naif este poema, que me deixou um sorriso.
As personificações dos grupos gramaticais, o diálogo estabelecido em forma de verso...
Apelando sobretudo ao básico (já nem falo na ortografia, ou da pontuação) da escrita na nossa (em qualquer) língua - o Português.
Devemos vestir a língua em que sentimos mais conforto.
Não sou contra um Fernando Pessoa, que escreveu imenso em Inglês, ou será Amaricano? Mas bem. Ela era bem vestida por ele, sentia conforto.

Se estamos dispostos a acreditar que sabemos escrever, é imperativo que saibamos o básico.
Apesar das ilusões que temos acerca de nós próprios (eu tenho as minhas), é importante que, quando vimos para um site com a exposição deste, tenhamos o cuidado de respeitar a língua.

Concordo.

A concordância é, afinal, a história do teu poema.

Somos lusófonos.
Isto é o que somos, como nos expressamos, comunicamos.

Mas ser capaz de pertencer aos consagrados, é algo que não é para todos. Há muita ignorância e pouco trabalho.
Muitas ilusões. Algum talento.
Pouca transpiração.

Podias também abordar, desta forma, algo relacionado com o uso dos recursos estilísticos.

Mas gramática sim.
Acho o assunto pertinente, colocado duma forma aparentemente naif, como já referi, mas talvez isso também seja enganador.

Tenho reparado que tens melhorado nos motes, trabalhado no uso de metáforas para expressar o que sentes e por aquilo que lutas.

É bom ler crescimento.

Obrigado