| Enviado por | Tópico |
|---|---|
| Benjamin Pó | Publicado: 19/08/2025 20:16 Atualizado: 20/08/2025 11:05 |
|
Administrador
Usuário desde: 02/10/2021
Localidade:
Mensagens: 865
|
.
Quando a grandeza do firmamento e a humildade de uma vela se fundem, nasce um poema que, sendo breve, muito diz sobre o nosso lugar no universo. Gostei do facto dos versos irem diminuindo de dimensão, como se fossem uma vela a derreter. E o primeiro verso parece o reverso de uma das canções da minha vida. |
|
| Enviado por | Tópico |
|---|---|
| MÁRIO52 | Publicado: 19/08/2025 22:21 Atualizado: 19/08/2025 22:21 |
|
Colaborador
Usuário desde: 24/02/2025
Localidade: PORTO-PORTUGAL
Mensagens: 911
|
Um pequeno poema onde se diz muita coisa...
Gostei bastante, amiga idália. Abraço e boa semana! Mário Margaride |
|
| Enviado por | Tópico |
|---|---|
| Beatrix | Publicado: 20/08/2025 19:34 Atualizado: 20/08/2025 19:34 |
|
Colaborador
Usuário desde: 23/05/2024
Localidade:
Mensagens: 814
|
.
Olá, idália. Também a mim, o poema me faz lembrar uma vela; ou uma vela que arde até ao fim. E recordei-me de um livro que li há alguns anos, sobre a amizade, do escritor eslovaco-húngaro Sándor Márai "As velas ardem até ao fim" (1942). Adorei o livro. Como gosto destas que ardem baixinho em poças pequenas onde se afoga um céu enorme em silêncio. Por isso é que as memórias nunca se acendem: porque o céu se afoga e as velas permanecem esquecidas num canto! Obrigada! Ab Beatrix |
|