Poemas : 

Luto Canalha (149ª Poesia de um Canalha)

 
Sente no peito o trinar das cordas
Que ali suaves te fazem mais vida
Mais linda pelo sorriso que trazem
Sóis qu'te vestem quando acordas
Em canções e uma dança atrevida
Nesse chão que os meninos fazem

O sambista torcia a voz do violão
Dó maior Fá maior Sol de sétima
Umas e outras notas por lá trazia
A menina que gira a alma na mão
Que lhe chorava a última lágrima
Da alegria bailada que não morria

Sente no peito o amor apressado
Entre ventos que vão não voltam
Essas saudades pintadas de mar
Letras dadas com riso perfumado
Às desfolhadas mãos que poetam
Teu nome sempre nosso a cantar


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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