Poemas : 

Sem Regras (155ª Poesia de um Canalha)

 
Fui ali morrer devagar
A qualquer chão mudo
Entr'as folhas caducas
Sem ter de te esperar
No meu mundo surdo
Nas tuas vidas loucas

Vou lá também ser eu
Coisa que foi ninguém
Nuvem passageira sós
Que olhares esqueceu
À memória de alguém
Minha ou tua sem nós

Agora não te alcancei
Miragem de horizonte
No outro lado do mar
Que me canta não sei
D'água pura na fonte
Que me quis ver voar


A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma

 
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Alemtagus
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