Loucos que somos os tão puros
Sem a nua cor de pele no olhar
Nó górdio por humana condição
Descalços nuns caminhos duros
Que se ignoravam num tal amar
Suicida do teu verbo ainda órfão
Doce música a derreter na alma
Silêncios pobres deitados ao rio
Que vos navegaram sem rumos
O vento escrevia de mão calma
Um verso negro vestido de brio
Qual os nossos em desaprumos
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A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma