Está em maio,
Este homem que esperou disse
Ser de manhã,
E acreditamos na pausa de um amor,
Desculpado e entumescido,
Que tinha deixado de ser o seu,.....
Haviam demasiados dias arrefecidos,
Para que fosse de verdade o que se assistia,...
Para que contasse no descender que o tempo sempre faz,
Em direção à morte habitual do solstício do estio...
E ele inocentou os que partiram,
Abriu livros suficientes nas páginas erradas,
E assumiu que teria de orar tanto,
Até a pele se
desfazer em comodismo