vivo de saudades,
das férias feitas versos,
de tanto e tão pouco,
nos assentos diários
da rotina,
nos goles insípidos
e quentes,...
vivo de quem
me deixou,
à minha mercê,
ao critério azul,
e de cores fruidas,
e anuladas,...
vivo porque sim,
com as caras
trazidas de rojo