Poemas : 

Pandemônio - Final

 
Meu adeus
Aos poemas que rasquei
E ainda carrego na pele.
Os poemas que não vomitei
E apodreceram devagar aqui dentro
Que reste uma estrofe
Que ela não possa cicatrizar.

Meu adeus
A quem ficou comigo
Quando eu era abismo.

Meu adeus
A quem me protegeu de mim mesmo
Que reste lembranças
Que fique o que a morte não consegue calar.

 
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Reudes
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