E o que dizer da mão,
do que se fez de mal
com o ódio,
com as vestes ilusórias
da partida,….
o que dizer da
vontade de fazer sorrir,
a morrer como
um animal ensandecido,
esmagado na berma da estrada,…
o que dizer de se estar,
connosco próprios,
a olhar para o fundo
de todos os mares,….
e mais que tudo,
o que dizer de ti,
que nem
me olhas mais