As pessoas das vozes,
As pessoas dos silêncios,
Os desenhos mal feitos,
Com dedos de sangue espalhados no branco azulado da tela, ...
As pessoas a fazer de estranhos,
Com relógios desencontrados,
E bilhetes de despedida com comida sem sabor,....
As pessoas de um só sitio,
Que temem a vida desperdiçada,
As pessoas de todos os tons,
Que quando o ódio parte,
Obrigam se a começar de um zero antes do zero,....
As pessoas que não conheço,
Mas o meu exemplo,
Dá pela cintura à chuva de final de tarde,
Que ainda cai nesta história