"Que eu seja cruel, mas nunca desnaturado. Meu único punhal será minha palavra"
Cena II, Ato III (Hamlet)
Última e imprópria, é a tentativa em erros vis Na insinuante lápide de dias perdidos que desci Sem quadros avistados nas estórias indevidas Pois eram mentiras, essas palavras, imprecisas
Agora que vagueiam pelo inferno perante Agora que as letras sejam malditas incessantes Um passo em falso pra cair do céu inteiro E na quadra desses olhos, ou seta em desespero
Tudo o que planejei, em campos inventados Por relva de livres palcos, por relés aplausos E eu devolvi o meu intento ao que era impuro
Na morada da minha fixa ilusão do escuro Eu caminho cego e ainda assim, eu planejo Um instante em.que possa voltar esse desapego