A cortina tombou e ainda se faz presente Em tempo irreais, uníssonos e descrentes Mas a tela que contamina o nome, exercita! Palmos do inferno a olho cego que o assista
É pétala vermelha, sem pudor, sem perdão Não há chamas suficientes sob esse chão Não há curvas em uma descida que aglomera Uma regra, e só: devotar a vontade e a queda!
Quer o reino de compulsão, a sua metade A parte de um corpo que não existe mais Quer a fuga de suas sombras, esse alarde
Quer dizer aos ventos que ela não se desfaz A cura é deixar sangrar esse pacto pretendido A culpa é a estória que não passa de um grito,