"Roxanne, you don't have to put on the red light / Those days are over(...)" /
(Sting)
O tempo habita esse paradoxo de lembrar Em palavras mortas, enterradas sob cortes Esses cortes, em folhas brancas, ainda estão lá Servem de aviso ao erro visitado e consorte
A voz é quase desaparecida em porção de ar Quando o vento tenta livrar-se, a dor destoa Quando as mãos se fecham, já é hora de voltar E a memória suicida, entre morte e vida, ecoa
Quantas serão as vezes que morrerei primeiro? Descer ao inferno da culpa, campo e centeio? Serão dois dias inteiros? Poderei acomodar-me?
Tal um livro gasto, lido, relido, jogado, deixado.. Na ideia absurda a perfazer o espectro revisitado Onde estarei, quando o céu cair? E devorar-me?