é triste olhar
para o seu rosto e pensar
quantos poemas escrevi para ti
uma nota de pesar
que, no passado, você era tudo
hoje é só uma lembrança
vaga, embaçada e cinza
como um antigo veludo
tanta história para contar
tanta coisa pra falar
que não deu tempo de dormir
e eu fico aos prantos
chorando até apagar
lembrando do que um dia já foi aguado
É o ferrão quem perturba a abelha.
Escrito por mim no dia 27/02/2026 em Brasília-DF.