Olhemos a natureza
Para que possamos aprender
O que ela nos ensina sobre a paz
O que devemos fazer logrando a obter
A paz é como a brisa
Que carrega as folhas a terra
E cochicha pelo ambiente o canto dos pássaros
Levemente, conduz tudo a seu lugar, o equilíbrio
A paz é uma graça, de graça
Não é como o dinheiro, que escolhe seus mestres
Ela é o estado natural de todas as coisas
As suaves sinfonias são a sua voz
A paz não discute com o caos
Ela simplesmente segue para outro local
Não existe energia no mundo para guerras eternas
Mas nos túmulos, o silêncio, aos guerreiros tolos, condena
A brisa não pode apagar um incêndio
Ela só o espalha, e ele vai longe
Se duvidar, vira uma grande fornalha, consumindo o horizonte
Por isso, não se deve discutir com um maluco
Eu vi o caos na minha frente
Com ele debati, conversei, e discuti
Tudo o que fiz foi desperdiçar energia ali
O caos me ensinou a valorizar a paz que carrego em mim
O que mais um homem pode querer
Do que na paz e tranquilidade envelhecer
Num mundo forjado por guerras e violência
A paz é o maior tesouro que se pode ter